quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O enfermeiro que ainda não sei o nome.

Gosto dele. Explicou-me as coisas mais importantes.
Descansou-me. Deu-me um telefone de emergência para qualquer eventualidade. Se tiver os sintomas de "grávida" comunicar imediatamente. E aínda outra coisa.
 Agora se partir uma unha, apanhar bicos-de-papagaio, espandilose, gripe, dor de dentes ou lá o que for tenho de lhes comunicar e eles é que me tratam. Parece que há muito tecnico de saude que fica á toa se alguem lhes diz que está a fazer quimioterapia. Afinal há mesmo muito treinador de bancada.

Mas o mais importante no enfermeiro é que me tira sangue, espeta catéteres e eu nem sinto, nem precisa de fazer crochet. Ainda vou ver se quer ir lá para o Lab em Sintra.

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